NOTÍCIAS
Empresa de Comunicação do governo censura folheto de Marconi Araújo sobre Marielle Franco

Após a veiculação que também foi publicada no YouTube por cinco segundos, a câmera focaliza folhetos de cordel, com capas em xilogravura na original e na que foi censurada substituíram o cordel com a vereadora que foi tragicamente assassinada, juntamente com o motorista, no Rio de Janeiro em 2018. O caso nunca foi encerrado e os suspeitos seguem impunes.
Uma semana após a veiculação, o diretor de programação da EBC, Vancarlos Alves, foi demitido, o que levantou críticas de funcionários como sendo uma retaliação ao uso da imagem da vereadora. Depois de duas semanas, no dia 23 de setembro, a TV Brasil publicou outra versão para seu canal no Youtube, agora sem a imagem de Marielle Franco. A antiga foi excluída. O caso ficou ainda mais grave quando a produção do programa foi informada de que o Antenize havia saído da grade. O programa segue sem ser exibido. No horário em que era transmitido o Antenize, sábado às 21h30, a estatal veicula o Recordar é TV.
Desde que o governo Bolsonaro assumiu a presidência da República, a empresa tem sido alvo de diversos programas de reestruturações como demissões e programas voluntários de desligamento. A empresa é responsável por toda programação cultural, educativa e social que circula na TV pública do país.
(Com ClickPB)